João Silva e José Janela não foram felizes no Rali de Vila Verde ao saírem derrotados duma prova onde foram mais rápidos na estrada. Um furo no primeiro dia, e a falta de notas numa das especiais do segundo dia, impediram a equipa de ir mais longe, com o triunfo, justo, a ficar na posse de Paulo Antunes, completamente alheio aos erros dos seus adversários.
O piloto madeirense venceu nove das treze especiais de classificação, o que sublinha aparentemente a superioridade do conjunto, mas os ralis são muito mais que velocidade. Um furo logo no primeiro troço ditou a desvantagem de apenas quatro segundos na primeira etapa, depois de uma boa recuperação de João Silva nos seis troços seguintes. No início do segundo dia de prova, a equipa respondeu de forma positiva, conquistando a liderança do rali logo após os dois primeiros troços. No entanto, e por falta de notas na terceira especial do dia (Vade 1), devido a falha de páginas no road book distribuído para os reconhecimentos, João Silva viria a ter duas falhas de percurso que o obrigaram a perder mais de vinte segundos, e consequentemente a liderança da prova. Ficou no entanto provada a grande eficácia do conjunto, e o segundo lugar final, a menos de cinco segundos da vitória, garante a luta pelos objetivos finais.










