Aos comandos de um Ford Fiesta RS WRC, com o qual teve o seu primeiro contacto apenas no México, Novikov quer adotar uma toada mais cautelosa nesta sua primeira prova de regresso, deixando para outros ralis as performances espetaculares a que habituou os adeptos no ano de 2009.
“Aqui, tenho de conhecer melhor o carro mas quanto for para ralis como os de Itália ou Grécia vou tentar puxar um pouco mais. Vi uma fotografia do carro antes de chegar ao México, mas não o tinha visto na realidade até aos reconhecimentos. Também tenho de aprender os troços aqui, porque não conheço nada deste rali. Mas estou muito contente por estar de volta ao WRC com este novo carro. É um carro muito interessante e divertimo-nos muito no shakedown. Fizemos seis passagens e foi bom”, referiu o piloto ao site oficial do WRC.
Nas suas últimas aparições no WRC, Novikov havia pilotado um Citroën C4 WRC, pelo que esta nova geração de World Rally Cars são ainda uma novidade para o jovem russo de apenas 20 anos: “A grande diferença entre os velhos WRC e o Ford é o comportamento. Este tipo de carro é mais nervoso e as passagens de caixa não são tão rápidas, pelo que tenho de esperar. O motor é um pouco menos potente, mas a diferença não é muito grande”.











