O caderno de encargos dum rali do mundial tem muitas centenas de items, que a equipa do ACP cumpre escrupulosamente, mas há sempre um que deixa todos, no mínimo, nervosos, a segurança.
Por muito que o ACP faça, e tem feito, todos temos sabemos que um azar, como por exemplo o que sucedeu no shakedown de 2007 pode ser fatal às aspirações da prova portuguesa em se manter por muitos e bons anos no WRC: “Temos consciência que montámos um rali que é dos mais seguros do mundo, e estou absolutamente convicto que se o
se o público não estragar tudo, Portugal poderá receber o Mundial de Ralis durante os próximos 10 anos. Cumprimos todos os requesitos, mas como é lógico precisamos da ajuda do público.2, referiu Carlos Barbosa no que foi corroborado pelo presidente da FPAK, Luiz Pinto Freitas:
“Este é um ano de eleições na FIA e se muitos julgam que a sucessão se vai fazer naturalmente, pensem que existirão alterações nas Comissões da FIA, e também nos ralis, pelo que a nossa prova terá de correr sem mácula no capítulo da segurança que é aquele para onde a FIA nos avalia com olhos de ver. É absolutamente fundamental que nada suceda com o rali em termos de segurança, pois se assim for ficam reunidas todas as condições para mantermos a prova no calendário por muito tempo. Qualquer falha no capítulo da segurança pode servir para no criar probelmas.”, advertiu.












