Fórmula 1 é sinónimo de Mercedes em 2014. A equipa alemã está a viver uma temporada difícil de igualar no futuro, com o título de construtores garantido e o de pilotos já no bolso, faltando apenas saber qual o nome dos seus dois pilotos a que será associado o troféu no final.
Esta indecisão deve-se, em parte, à atribuição de pontos a dobrar na última corrida do ano, em Abu Dhabi. Sobre esta questão, muitas opiniões têm sido emitidas e agora foi a vez de três senhores do Mundo da Fórmula 1 terem comentado o tema: Stirling Moss, John Surtees e Jackie Stewart.
Para o quatro vezes vicecampeão do mundo da modalidade (1955-59), Stirling Moss, “não gosto mesmo da ideia dos pontos a dobrar na última corrida. Parece ser uma coisa um pouco estúpida para fazer”, e acrescenta em tom de brincadeira, “não há dúvida que para ganhar uma corrida precisamos de ter um motor Mercedes e depois precisamos do Lewis”.
Já John Surtees, também campeão, em 1964, afirma que “não é uma situação muito satisfatória. É um artifício de que não gosto particularmente. Não estou seguro que seja justo para pilotos e equipas”. Quanto ao tricampeão (1969/71/73) Jackie Stewart, “não sou partidário. Temos que mantê-lo [o desporto] puro. Não acho que isto vá adicionar algo à temporada”.










