Um dos rumores que circulava no paddock do GP de Itália em Monza era o do eventual regresso de Ross Brawn à Williams, com o veterano engenheiro inglês a ponderar inclusive comprar uma participação na escuderia de Grove. Essa participação seriam precisamente os 15 por cento atualmente detidos por Toto Wolff, com quem Brawn trabalha na Mercedes e que está interessado em vender as suas ações da Williams.
Recorde-se que Brawn já foi informado que será substituído no seio da Mercedes por Paddy Lowe (ex-McLaren), sendo que a marca alemã também fornecerá os seus motores V6 à Williams a partir do próximo ano. A notícia foi inicialmente difundida pela Sky Net mas pouco ou nada se ouviu dos eventuais intervenientes no processo, apesar de um diretor-geral com a capacidade e experiência de Brawn, ao lado do novo diretor-técnico Pat Symonds, ser a opção lógica para uma escuderia que há muito tenta recuperar, sem sucesso, o estatuto e os resultados do passado. A carreira de Brawn na Fórmula 1 começou precisamente na Williams em 1978, quando Sir Frank o contratou como mecânico.










