Num fim de semana em que muitas equipas se apresentaram com chassis muito modificados, esperando grandes progressos, acabou por ser a Williams quem deu melhor conta do recado mesmo se tinha poucas novidades técnicas. Poucas mas boas, como se viu, confirmando-se que a correlação entre o trabalho feito na fábrica (no túnel de vento e no CFD) e na pista é o mais eficaz de todo o plantel, como já se tinha visto na segunda metade do ano passado: “Foi uma boa corrida para a equipa, que marcou 20 pontos, não perdendo muito para a Ferrari e melhor que a Red Bull o que foi muito importante e positivo tendo em conta a nossa posição do campeonato. Quanto a mim, consegui ultrapassar carros na primeira volta e depois disso lutei duro com o Kimi por muito tempo, o que foi duro para os pneus. Depois, por causa da degradação destes, tivemos de fazer três paragens, o que deixou muita gente demasiado à nossa frente. Terminamos com um carro na frente de um Ferrari, pelo que mostrámos que nos podemos bater com eles. Agora podemos olhar para da corrida do Mónaco, que vai ser um teste diferente para nosso carro”, concluiu Felipe Massa, que tarda em conseguir melhor do que o quarto posto que obteve no arranque do Mundial na Austrália.









