Depois da McLaren mais duas equipas de Fórmula 1 colocaram funcionários em licença temporária, como medida para atenuar os efeitos desta pandemia de coronavírus. A Williams, a Racing Point e pensa-se que a Haas irá fazer o mesmo em breve.
A Williams anunciou que “o período de licença vai durar até ao final de maio, enquanto que os quadros superiores e os nossos pilotos, aceitaram reduzir o seu salário em 20% com efeitos a partir de 1 de abril”, ou seja, o mesmo lay off que está a ser praticado em Portugal.
Também a Racing Point está a fazer o mesmo, e ainda, veja-se bem, a própria Fórmula 1, que como se sabe é gerida pela Liberty Media.
Sabe-se ainda que os chefes de equipa reuniram por videoconferência, juntamente com Chase Carey e ainda o presidente da FIA, Jean Todt, onde foi discutido a redução do limite orçamental de 175 milhões de dólares para 2021. Terá sido acordada uma redução para 150 milhões de dólares, mas há ainda quem queira descer ainda mais, para 125 milhões de dólares, ou mesmo para 100 milhões.
Este acordo surge depois do líder da McLaren, Zak Brown, ter dito à BBC que a F1 está a passar por um momento de grande fragilidade, com quatro equipas em risco de falência: “Isto é potencialmente devastador para as equipas, e muito ameaçador para a F1 como um todo”, disse.
Resta saber quanto tempo pode a F1 sobreviver sem corridas, mas não há dúvidas que o dinheiro deixa de fluir. Ter uma competição deste calibre absolutamente ‘aflita’, imagine-se as outras, todas.











