Este momento do ano parece ter pouco interesse, mas era a prova de que algo estava mal na FIA. Tim Goss foi o primeiro nome de relevo a sair da FIA em 2024, mas era já o terceiro a sair da estrutura, em desacordo com a situação que se vivia no órgão Federativo. Eram assim os primeiros sinais do ano que algo ia mal na FIA, sinais que se iam reforçar ao longo da temporada.
Na FIA desde 2021, depois de 28 anos a trabalhar na McLaren, Goss era diretor técnico para os monolugares na entidade federativa e, segundo o relato da BBC, junta-se a Steve Nielsen, diretor-desportivo da FIA que tinha iniciado funções em janeiro de 2023, ao cessar funções na organização que regula do desporto motorizado mundial.
A mesma fonte que relatou a saída de Nielsen e a sua frustração pelo facto da FIA não estar disposta a fazer as alterações que considerava necessárias para tornar as operações do ‘race control’ adequadas ao objetivo – apenas duas semanas depois da saída de Deborah Mayer do cargo de Presidente da Comissão Feminina no Automobilismo – dava conta que ainda não tinha sido decidido o substituto de Goss.
O jornalista Andrew Benson revelou que “fontes próximas da FIA” Goss mostrou estar também frustrado com algumas decisões tomadas pela entidade e descontente com o rumo seguido no processo de criação das novas regras técnicas para 2026, que acompanham a introdução das novas unidades motrizes.
Foto: Philippe NANCHINO/MPSA











