No início do ano publicámos um artigo em que destacávamos a importância que a Honda e Renault iriam ter nesta temporada de 2017, devido ao facto de fornecerem motores a equipas com grande história na disciplina, Red Bull e McLaren. Passado oito meses o resultado é muito mau num dos casos, a Honda, e ficou abaixo do esperado, na Red Bull
A Honda e a Renault era suposto terem um papel decisivo no que pode ser boa parte da competitividade da Fórmula 1 em 2017, mas se quando à McLaren-Honda nem vale a pena bater mais no ceguinho, no caso da Renault, esperava-se mais, pois a Red Bull está a 149 pontos da Ferrari e a 192 da Mercedes, números muito abaixo do que se esperava no início do ano…
Com a mudança nas regras e depois de temporadas de perseguição à Mercedes, na entrada de 2017 esperava-se que o trabalho de casa feito no inverno entre os japoneses e os franceses tivesse sido suficiente para que se esbatessem muitas das diferenças no campo das unidades motrizes, e daí viria muito do interesse que a F1 teria em 2017.
Existindo quatro fornecedores de ‘motores’ na F1, Mercedes, Ferrari, Renault e Honda, da Ferrari já sabemos que os problemas atenuaram-se muito e já nem se fala do atraso do motor em relação à Mercedes, no caso da Red Bull, fornecida pela Renault, a ‘coisa’ ficou um pouco longe do esperado, e ainda por cima nada tem ajudado o facto de Max Verstappen ter tido seis avarias de motor em 12 corridas ao ponto de Christian Horner já ter dito que a Renault está a fornecer um serviço abaixo do que devia. O mais engraçado da questão é que a Renault utiliza uma espécie de “Modo Verstappen”, e quando o motor vai para lá do que estava preparado para fazer, o ‘sistema’ entra em ação evitando que o motor parta, mas Verstappen não gosta nada disso: “Preferia que o motor partisse. Tivemos alguns problemas no início do ano, e a Renault passou a utilizar uma espécie de ‘safety-mode’, que ‘desliga’ a unidade motriz e não volta a trabalhar. Eles levam o carro para as boxes, tiram a ficha e o motor está como novo. Eles fazem-nos por segurança, mas eu preferia que partisse…”









