Oscar Piastri teve um final de corrida mais discreto do que o seu companheiro de equipa, que foi um dos pilotos mais rápidos nessa altura da prova, mas garante que teve danos no carro após o contacto com Yuki Tsunoda, além dos pneus duros não terem funcionado no seu monolugar. O jovem australiano diz querer mais no seu futuro, salientando que com o ritmo que o carro tem agora, o seu oitavo posto na temporada de estreia não é motivo de orgulho.
Quando foi avisado pela equipa para permitir a passagem de Lando Norris, que estava mais rápido, Piastri garante que “nessa altura, já tinha alguns danos”, do toque com Tsunoda. “O Lando foi muito rápido em comparação com toda a gente, penso eu, por isso não fazia sentido tentarmos lutar um contra o outro. No final, isso significou que o Lando conseguiu mais dois lugares. Por isso, funcionou bem para a equipa”.
Piastri foi um adversário complicado para George Russell no início da corrida e até estava satisfeito com o ritmo do seu carro até à suspensão depois do acidente de Kevin Magnussen. “Talvez não tenha sido o momento certo, mas não acho que tenha sido só isso [a paragem da corrida]. Acho que poderíamos ter feito uma corrida melhor mesmo com a bandeira vermelha”.
O jovem australiano é mostra ambição na Fórmula 1, chegando mesmo a dizer que “com o ritmo que temos agora no nosso carro, não há muito para me gabar”, com os 87 pontos somados na sua temporada de estreia e o oitavo posto na classificação geral. “Vou procurar sempre mais”, garantiu.










