O triunfo de George Russell, em Baku, colocou a Mercedes no topo da tabela de vitórias para um fornecedor de motores. Com 252 triunfos, a marca germânica ultrapassou a Scuderia que tem 251 triunfos.
É preciso recuar até 2004 para termos uma tabela que não era liderada pela Ferrari, quando a Ford ainda era o fornecedor de motores mais bem sucedido. Em 2004, a Ford tinha 176 triunfos, e desde 1972 que era o fornecedor com mais vitórias da competição. Mas a Ferrari em 2004 suplantou o construtor americano e desde então manteve-se no topo desta tabela que agora tem novo dono.
A Mercedes, em 1996, tinha apenas 9 triunfos na F1 mas a sua progressão foi exponencial desde então e em trinta anos conseguiu 243 triunfos, distribuídos pela equipa oficial (133), McLaren (101), Brawn GP (8) e Racing Point (1).
Foram 264 poles, 691 pódios (incluindo os conquistados pela Mercedes, McLaren, Williams, Aston Martin, Force India, Lotus, Brawn GP e Racing Point), 12 títulos de construtores (Mercedes, McLaren e Brawn GP) e 12 títulos de pilotos, a juntar aos dois que Juan Manuel Fangio tinha conquistado na década de 50 com motores germânicos.
Do lado da Ferrari, todos os triunfos, menos 1, foram conquistados pela equipa Ferrari. A exceção aconteceu em 2008 quando Sebastian Vettel conquistou a sua primeira vitória com a Toro Rosso, em Monza.
A Ford mantém-se no pódio dos fabricantes de motores com mais triunfos, seguida da Renault (169) e Honda (148, incluindo os triunfos da era Red Bull com a denominação Honda RBPT e RBPT).
Foto: Philippe Nanchino /MPSA









