Foi uma estratégia demasiado conservadora que impediu a Mercedes, no mínimo, de dar mais luta à Red Bull no GP do México de F1. Este era o circuito em que a Mercedes tinha a melhor oportunidade para bater a Red Bull e embora se soubesse que isso iria ser tudo menos uma tarefa fácil, era possível.
Logo antes do arranque a Red Bull já se questionava a razão da Mercedes ter sido conservadora e claramente a opção da Red Bull por começar com os macios e depois trocar para médios, foi a mais acertada.
Do lado da Mercedes, não acreditavam que os pneus macios fizessem 30 voltas.
A Red Bull fez o pneu médio durar 46 voltas.
A opção da Mercedes foi médio/duro. E ainda cometeram outro erro: deviam ter iniciado a corrida pelo menos com um dos seus carros no pneu mais rápido, dividindo estratégias para complicar a vida à Red Bull e poder beneficiar disso, quando não se sabia para que lado iria cair a melhor estratégia
Verstappen e Sergio Perez foram dois dos oito pilotos que iniciaram a corrida com pneus macios pelo que a estratégia não foi exclusiva. Houve mais quem pensasse da mesma forma que a Red Bull.
A Ferrari começou com pneus macios. Sem os seus problemas nesta corrida, os Mercedes teriam ficado atrás. É conhecido o potencial de Lewis Hamilton para fazer durar pneus.
Max Verstappen levou os seus macios a fazer 25 voltas, Hamilton fez 29 com os médios.
A Mercedes passou a maior parte da corrida com os pneus mais lentos.
A sua derrota perante a Red Bull estava ‘destinada’ desde o momento que a estratégia foi decidida. É óbvio que à posteriori é fácil para nós analisar, mas a questão é simples: a Red Bull optou bem e a Mercedes, não…











