Enquanto a Fórmula 1 se prepara para o regresso do Grande Prémio da China, as atenções estão viradas do formato Sprint com as alterações para esta temporada. Diego Ioverno, diretor desportivo e responsável de operações de veículos da Ferrari, esclarece como isso altera a dinâmica do fim de semana e a abordagem da equipa.
Com as mudanças na programação do fim de semana de Sprint, Ioverno sublinha que há que “ter em mente que cada ação deve ser claramente pensada, dado que no início da sessão seguinte, entramos novamente em regime de parque fechado. Outro aspeto do fim de semana Sprint é que, no caso do chassi ficar danificado ou ter um problema grave de fiabilidade, é possível pedir a sua substituição entre a Sprint e a qualificação, apesar destas sessões serem no mesmo dia. No entanto, para o fazer, é preciso estar preparado em termos de processo da equipa e ter os componentes necessários”.
Admitindo que “ter um fim de semana de Sprint em Xangai é, sem dúvida, um desafio para todos, após cinco anos de ausência e com carros completamente diferentes em termos de desempenho e de funcionamento”, o responsável da Ferrari realça que “a preparação prévia e a capacidade de reagir rapidamente serão vitais”.
Diego Ioverno diz ainda que “é muito difícil prever como é que os novos carros vão funcionar nesta pista e como é que os pilotos vão lidar com o circuito de Xangai. É uma pista muito exigente, com diferentes desafios técnicos”. O diretor técnico da Ferrari destaca “o primeiro setor com a sequência através das curvas 1,2 e 3 foi extremamente desafiante com a geração anterior de carros e podemos assumir que será ainda mais com os atuais. Também será muito importante verificar o estado da superfície da pista e quaisquer depressões ou ressaltos, uma vez que estes são definitivamente críticos quando se corre com carros com efeito de solo”.










Chassis de reserva. Se não fosse tão triste, desrespeitoso pela memória de Sir Frank e mau para a reputação da F1 e da Williams até seria de rir se falar nisto.