Muitas das atenções na primeira volta no Mónaco centraram-se no acidente entre Perez e os pilotos da Haas, mas a colisão entre Esteban Ocon e Pierre Gasly também trouxe os seus próprios holofotes.
Ocon tentou passar o seu colega de equipa por dentro de Portier, apesar das instruções claras da Alpine para trabalharem em conjunto, e o facto de isso ter acabado por tirar Ocon da corrida e pôr em risco ambos os carros não foi bem recebido. Naturalmente!
Houve muita atenção sobre as medidas que poderiam ter sido tomadas pelo diretor da equipa, Bruno Famin, depois de este ter prometido que haveria consequências, mas a história já avançou rapidamente.
Depois de Ocon ter divulgado uma declaração nas redes sociais na sexta-feira, criticando os abusos de que foi alvo, a Alpine anunciou na segunda-feira que o piloto se vai separar da equipa no final da época de 2024.
Fontes afirmam que a decisão de se separar de Ocon não foi uma resposta ao confronto no Mónaco, uma vez que o seu futuro tem vindo a ser discutido há algum tempo, mas este incidente não ajudou.
Na mesma linha, parecia haver sinais iniciais de uma situação que poderia precisar de ser gerida na Mercedes no Mónaco, onde Lewis Hamilton referiu que não esperava ultrapassar George Russell esta época. O diretor da equipa, Toto Wolff, admitiu que compreende a razão pela qual um piloto pode começar a questionar o tratamento numa luta pelo título de alta pressão ou quando está de saída de uma equipa, mas insiste que os dois receberão tratamento igual até ao final do ano.










