Que enorme desempenho de Alexander Albon assistimos durante o Grande Prémio do Canadá. Ainda antes da surpresa orquestrada na sessão de qualificação, o piloto da Williams tinha dado boas indicações, mas nesse momento também Valtteri Bottas o tinha feito, por exemplo. Pode-se pensar que a jogada de mestre da equipa durante a Q2, que deu a passagem do piloto à discussão da pole position na Q3, tenha sido fundamental, mas há que tirar o chapéu ao ritmo imposto pelo tailandês nas voltas que efetuou. Com a pista traiçoeira soube tirar partido do seu monolugar com as atualizações montadas, tendo também demonstrado uma boa performance com a pista seca, já no domingo.
Depois de ter perdido algumas posições na fase inicial da corrida, uma situação que se já se antecipava tendo em conta que tinha atrás de si na grelha Carlos Sainz e Sergio Pérez, além de Charles Leclerc ao seu lado, aguentou George Russell durante a corrida e depois o Alpine de Esteban Ocon, com uma perícia extraordinária. Alcançou as posições pontuáveis e demonstrou, mais uma vez, que merece o seu lugar na Fórmula 1.










