A corrida do Azerbaijão, para quem não notou, foi muito interessante no meio do pelotão, com lutas fantásticas. Um dos aspetos interessantes da corrida foi o facto de vários pilotos terem lutado muito para tentar chegar aos lugares pontuáveis, mas sempre frustradas pelos pilotos da Alpine.
Isto porque tanto Fernando Alonso como Esteban Ocon tinham uma velocidade em reta impressionante, que lhes permitia manter qualquer ataque à distância, sendo que mesmo o impacto do DRS não era suficiente para permitir a outro piloto atacar, em várias ocasiões.
Do mesmo modo, uma velocidade tão alta garantiu que os Alpine não tivessem dificuldade em ultrapassar um carro quando estivessem dentro de uma distância relativamente próxima, e depois foram difíceis de repassar, o que permitiu ambos avançassem durante a corrida, mesmo quando pareciam estar na defensiva, muitas vezes.
Agora, no Canadá, onde as configurações de downforce mais baixas tendem a ser o caminho a seguir para permitir uma boa velocidade máxima, particularmente na última reta até à chicane final e reta da meta. Poderá ser que os Alpine utilizem a mesma ‘receita’ e estejam de novo em vantagem nas retas.
Fernando Alonso partiu em 10º, terminou a corrida em 7º e Esteban Ocon arrancou em 13º e terminou em 10º. Não foi o melhor resultado de conjunto da equipa, mas foi uma prestação prometedora.











