Depois de um GP do México em que as equipas não tiveram de se preocupar com a meteorologia, o GP do Brasil deverá dar mais preocupações nesse capítulo. A meteorologia será instável ao longo do fim de semana e apesar de não estar prevista chuva nos momentos cruciais do fim de semana, o cenário pode mudar depressa de figura.
Na antevisão para a corrida deste fim de semana, Andrew Shovlin, diretor de engenharia da Mercedes, avisou que a meteorologia tipicamente instável de Interlagos poderá ser um fator determinante no desenrolar do fim de semana. Questionado sobre o favoritismo para a corrida do Brasil, Shovlin disse que “dependerá um pouco do tempo lá”, pois “inerentemente é muito instável” em Interlagos.
“Pode-se ter uma pista com 50 graus num dia, e muita chuva no dia seguinte”, disse Shovlin. “Penso que se tivermos um circuito quente, então provavelmente favorecerá a Red Bull. Um pouco de nuvens pode muito bem servir-nos, mas uma das vantagens que tinham [no México] era que conseguiam ter muito downforce com a asa traseira que normalmente usam. Mas na verdade para nós, correremos com a asa que usamos normalmente. É que o carro deles parece ter mais downforce do que nós, com asas de tamanho idêntico, e penso que isso jogou a seu favor. No Brasil isso deverá ser menos problemático, mas é muito difícil de prever.”










