Depois da sessão de qualificação, e de três sessões de treinos, dececionante para a Mercedes, Toto Wolff tinha avisado que a equipa tem de começar a repensar o conceito do seu carro tendo em vista a próxima época. Depois do bom resultado na Hungria, os elementos da equipa voltaram a terminar uma corrida cabisbaixos, mas o responsável máximo da Mercedes considera que não podem nem andar “depressivos” nem “extasiados”, conforme os desempenhos durante a época. É preciso continuar a trabalhar, avisa Wolff.
“Precisamos de descobrir como podemos melhorar os nossos carros, a diferença é demasiado grande”, admitiu Wolff à Sky. “Esta é a realidade, penso que precisamos de aceitar. O carro é muito difícil de pilotar e não tem o ritmo de qualificação, por isso só precisamos de nos esforçar”.
O homem-forte da Mercedes na Fórmula 1 considera que a equipa precisa já de pensar “não só nas próximas corridas, mas também na próxima época”. Isto é algo Wolff não dizia antes das férias, quando se dizia que tinham encurtado a diferença para Red Bull e Ferrari. Houve claramente uma mudança de posição por parte de Wolff, que se deve espelhar no resto da equipa.
Ainda assim, Wolff alertou para que “não devemos estar muito entre a depressão e o êxtase. Hoje teríamos toda a razão para estarmos deprimidos, mas na Hungria há três semanas atrás, pensávamos: ‘vamos ganhar uma corrida e nunca desistir’”.
A Mercedes aumentou agora o número de corridas sem vencer. São já 15 Grandes Prémios.










