O que se pode dizer de uma equipa que contava com um belo pacote de patrocinadores, dois pilotos pagantes e motores Mercedes, mas consegue, apenas, sete, sim, sete pontos, no Mundial?
Ainda por cima uma equipa com Paddy Lowe aos comandos da parte técnica, ele que saiu da equipa campeã do Mundo, a Mercedes. Foi miserável a prestação da equipa liderada por Claire Williams, uma imagem feia de uma das equipas míticas da Fórmula 1.
O oitavo lugar de Stroll no Azerbaijão e o nono e décimo lugares, respetivamente, de Stroll e Sirotkin, foram os pontos altos de uma época que não tem ponta por onde se pegue. Sirotkin só recolheu um ponto e Stroll apenas cinco.
Para 2019, a Williams perdeu todos os patrocínios, mas ganhou mais apoio da Mercedes com a entrada de George Russell e a experiência (e os dólares) de Robert Kubica. Como diria o Tiririca, “pior do que está não fica!”











