Dois regressos. O da Alfa Romeo à Fórmula 1 e também da Sauber a lugares mais de acordo com a sua história.
Com a ajuda da FCA, graças ao patrocínio da Alfa Romeo, dos mais recentes motores Ferrari, além do fornecimento de vários técnicos, a Sauber subiu muito de rendimento, contando, igualmente, com a ajuda de um campeão do mundo em geração, Charles Leclerc.
Tudo isto deveria ter oferecido à Sauber uma classificação ao nível daquilo que a equipa suiça já fez nos 21 anos de presença na Fórmula 1 (com um interregno entre 2005 e 2011). Mas sair da posição de pior equipa do Mundial para a oitava posição não foi fácil e alguns erros que foram sendo cometidos pela equipa e pelos pilotos, acabaram por não materializar em pontos as boas exibições.
Azerbaijão (6º lugar de Leclerc) e México (Leclerc foi 7º e Ericsson foi 9º) foram os pontos altos da temporada, a que se juntaram as três últimas corridas de 2018 onde Charles Leclerc foi 7º no México, Brasil e AbuDhabi. Ericsson já sabia que estava fora da equipa em 2019 e por isso acabou a reta final do ano sem pontos, exceto os dois pontos do 9º lugar do México. Para 2019, Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi vão tentar dar novo salto até ao topo da segunda divisão da Fórmula 1.











