Foi a protagonista da novela da temporada. A Force India, propriedade de Vijay Mallya e Subrata Roy, estava à beira da falência devido aos seus proprietários continuarem a braços com questões legais.
Otmar Szafnauer e a sua equipa vinha fazendo pequenos milagres como o quarto lugar do campeonato de construtores em 2016 e 2017, mas a magia acabou-se com a falta de dinheiro e o chassis VJM18 não tinha a qualidade do carro de 2017, pelo que o início do ano foi penoso para a equipa que, a partir do GP da Hungria mudou de mãos.
Sergio Perez e outros credores da equipa, colocaram uma ação em tribunal que lançou as bases para que Lawrence Stroll e um conjunto de milionários se tenham associado adquirissem a equipa. Mudaram-lhe o nome para Racing Point Force India e apesar de alguma oposição de McLaren e Williams, lá conseguiram levar a equipa para diante, perdendo todos os pontos amealhados até ali (59 pts) e começando do zero a partir do GP da Bélgica.
Entretanto, já a equipa tinha dado a volta ao VJM18, o que lhe permitiu em dez corridas, recolher 52 pontos e terminar no sétimo lugar entre os construtores.
Destaque para a excelente corrida na Bélgica – chegaram a estar na luta pela vitória, cortesia da potência do motor Mercedes terminaram Perez em 5º e Ocon em 6º – e logo de seguida em Itália (Perez foi sétimo, Ocon sexto) voltaram a estar em plano de destaque.
A partir dai com Ocon a perceber que iria ficar sem volante para 2019 e Perez confirmado para o próximo ano, a equipa desacelerou e a conquista de pontos foi parca a partir de Monza: 32 pontos em Spa e Monza e apenas 20 entre Singapura e Abu Dhabi (sete corridas).












