Com novos regulamentos à porta e com a nova chefia na Mercedes, o tema da saída dos flechas de prata da competição tem surgido agora com mais regularidade, até porque a equipa só está comprometida com a F1 até ao final de 2020. Toto Wolff considera que o assunto não faz sentido.
A Mercedes já não tem nada a provar a ninguém tendo-se tornado na equipa referência desde 2014, de forma ininterrupta. A força da sua equipa vai para lá da capacidade financeira e assenta na organização, determinação e talento de uma estrutura capaz de enfrentar qualquer desafio.
Assim, a saída de uma equipa tão bem estabelecida parece fazer pouco sentido e Wolff afirmou isso mesmo:
“Todos os números que chegam – do público, da TV , espaço digital, patrocínios – estão a crescer. Acho que este é um desporto que também com o tecto orçamental chega em 2021 é uma nova área de crescimento. Sair do desporto agora certamente não seria a coisa certa a fazer do ponto de vista comercial, quando está prestes a transformar-se numa nova oportunidade. Devemos procurar novas equipas? Se houver interesse com uma base sólida, grandes marcas, por que não discutir, mas acho que todos nós devemos ter orgulho de fazer parte da grelha limitada, devemos estar conscientes da oportunidade e da possibilidade que está à nossa frente e focarmo-nos em torná-lo um bom negócio para todos “.
Wolff considera que a permanência da Mercedes faz todo o sentido, mas tudo está envolto em interrogações na Mercedes. A própria permanência de Wolff na estrutura não está garantida e a sua possivel saída poderá levar também à saída de outros elementos importantes, um dos quais, Lewis Hamilton. Apenas o tempo poderá dizer que futuro a Mercedes terá na F1. Mas dado o investimento, a permanência é quase garantida… resta saber em que moldes ela acontecerá.









