O chefe da Fórmula 1, Ross Brawn, admitiu que a oposição da Mercedes ao limite de testes aerodinâmicos (CLIQUE AQUI PARA LER MAIS) foi “divertida”.
Ao motorsport.com, Brawn revelou: “Foi realmente divertido no sentido em que a Mercedes se estava a queixar sobre o assunto e eu disse: ‘Estás a assumir que vais ganhar sempre. Pensa por um momento, és o segundo ou terceiro, não gostarias de ter pouco de ajuda?”.
“Nós não estamos a fazer nada para prejudicar os pilotos em pista. Isto é mais como a NFL (liga nacional de futebol americano) onde as equipas menos bem sucedidas têm uma maior oportunidade no início, mas depois têm de cumprir. Não estamos a dar pontos a ninguém”.
“Penso que é uma oportunidade e um encorajamento para as equipas mais pequenas. Se considerarmos a situação muito real de alguém que investe na Williams, eles podem agora dizer com toda a legitimidade que temos esta oportunidade no futuro de sair da parte de trás da grelha”.












Não percebo porque é que ficam “admirados”da posição da Mercedes… é quem tem mais a perder com esta “regra”… é a posição natural que qualquer um teria se estivesse na mesma situação…
E o Sr. Brawn não põe a hipótese da Mercedes se opor, não por ter medo de perder vantagem, mas simplesmente por não concordar com uma regra que nivela injusta e artificialmente?
Por maior que seja a retórica isto não passa dum conceito americano; a premiação da mediocridade, o oposto do espírito que sempre regeu a F1.
Se não se deram conta o fascínio deste desporto não é só o que se passa em pista. É sobretudo a criação duma estrutura o mais eficiente possível e a capacidade de angariar os meios para tal fim.
Uma enorme machadada na imagem da F1. Ao fim de 46 anos de paixão sinto-me um amante atraiçoado.
E, divertida, porque???!?…