F1, Otmar Szafnauer: “Em 2022, as grandes equipas continuam a ter vantagem”

Por a 28 Junho 2020 15:22

De acordo com o chefe de equipa da Racing Point, Otmar Szafnauer, os novos regulamentos de 2022 não vão fazer desaparecer o facto de haver uma vantagem para as equipas grandes.

Ao motorsport.com, Szafnauer disse: “Penso que as grandes equipas vão continuar a ter uma vantagem, mesmo em 2022. Não vão ‘bater com a cabeça’ e esquecer como se faz um monolugar rápido”.

“Pelo que vi no ano passado, são os tipos bem financiados que fazem um trabalho melhor. A tendência não vai mudar”.

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3 comentários

  1. Não me chateies

    28 Junho, 2020 at 16:12

    A F2 é monomarca e ganham sempre os mesmos. Melhores mecânicos, engenheiros e pilotos fazem a diferença. Não adianta ser monomarca o dinheiro faz sempre a diferença. Se o tecto orçamental fosse de 80 milhões as equipas pequenas iam gastar 30 ou 40, e continuavam a milhas das outras.

    • Frenando_Afondo™

      28 Junho, 2020 at 19:08

      O problema do tecto orçamental, pelo menos no início, é que as grandes equipas já têm muito dinheiro investido nas suas instalações, túnel de vento, profissionais e etcs, o que lhes dá vantagem. Mas isso acabará sendo diluído ao longo dos anos.

      O tecto orçamental é para obrigar as equipas a terem que ser mais objectivas onde gastam o dinheiro, ao não poderem gastar rios de dinheiro em várias ideias, tentando descobrir qual a melhor (ao contrário das equipas pequenas, que têm de ser objectivas por causa do limite de patrocínios) as grandes vão ter de usar a mesma mentalidade, em vez de apostar em 10 ideias e 3 serem boas, têm de escolher muito bem quais vão testar em túnel de vento e no carro em pista, isto poderá ajudar a equilibrar o plantel a nível de performance.

  2. gearless02

    29 Junho, 2020 at 8:44

    Um tecto orçamental bastante restritivo também foi introduzido na NASA para as últimas missões do Space Shuttle… parece que não correu bem…

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