De acordo com o chefe de equipa da Racing Point, Otmar Szafnauer, os novos regulamentos de 2022 não vão fazer desaparecer o facto de haver uma vantagem para as equipas grandes.
Ao motorsport.com, Szafnauer disse: “Penso que as grandes equipas vão continuar a ter uma vantagem, mesmo em 2022. Não vão ‘bater com a cabeça’ e esquecer como se faz um monolugar rápido”.
“Pelo que vi no ano passado, são os tipos bem financiados que fazem um trabalho melhor. A tendência não vai mudar”.












A F2 é monomarca e ganham sempre os mesmos. Melhores mecânicos, engenheiros e pilotos fazem a diferença. Não adianta ser monomarca o dinheiro faz sempre a diferença. Se o tecto orçamental fosse de 80 milhões as equipas pequenas iam gastar 30 ou 40, e continuavam a milhas das outras.
O problema do tecto orçamental, pelo menos no início, é que as grandes equipas já têm muito dinheiro investido nas suas instalações, túnel de vento, profissionais e etcs, o que lhes dá vantagem. Mas isso acabará sendo diluído ao longo dos anos. O tecto orçamental é para obrigar as equipas a terem que ser mais objectivas onde gastam o dinheiro, ao não poderem gastar rios de dinheiro em várias ideias, tentando descobrir qual a melhor (ao contrário das equipas pequenas, que têm de ser objectivas por causa do limite de patrocínios) as grandes vão ter de usar a mesma mentalidade,… Ler mais »
Um tecto orçamental bastante restritivo também foi introduzido na NASA para as últimas missões do Space Shuttle… parece que não correu bem…