Na semana passada estreou Schumacher, o documentário sobre Michael Schumacher que tenta retratar a vida do alemão até o ano 2000, anos do seu primeiro título pela Ferrari.
Ralf Schumacher, irmão de Michael, considera que o documentário está bem feito e que retrata partes que nunca estiveram à vista do grande público até agora:
“Penso que foi feito muito, muito bem, pelo menos em termos de desporto motorizado e desportivo. Também tem uma visão mais privada, da família, especialmente das crianças e da sua mãe. Acho que está fantástico, muito aberto”.
Ralf recordou os tempos em que ele e Michael estava constantemente sob o olhar dos media:
“Eramos tão conhecidos como Helmut Kohl [ex-Chanceler da Alemanha] na altura. Não se podia ir a lado nenhum. Era o mesmo para mim. Pensei para mim mesmo: ́Ficarei tão feliz quando isto acabar´”.Sobre a sua relação com Michael, ele acrescentou: “Foi sempre boa. Mas nós temos uma diferença de seis anos e meio. Michael saiu de casa cedo. Aos 16 anos, ele saiu de casa quando começou uma aprendizagem. Eu tinha apenas 10 anos na altura”. Depois, quando Ralf começou a aprender karting, “ele trabalhou comigo logo no início – isso foi muito útil. Treinamos as ultrapassagens. Depois, na Fórmula 1, foi um pouco diferente, mas muito agradável lá também. Tivemos uma boa infância, passamos muito tempo juntos. Ansiávamos pelo Inverno, quando a pista de karting estava fechada e tínhamos mais tempo para nós próprios. Isso foi ótimo. Divertimo-nos muito juntos, nos lugares mais bonitos do mundo. Esses foram bons tempos”.









