James Vowles, chefe de equipa da Williams, está convicto que o desempenho do carro no GP do Barém foi comprometido pelos problemas na unidade motriz sentidos. Tanto a Williams como o seu fornecedor Mercedes tiveram dificuldades significativas devido a problemas de sobreaquecimento no motor. No caso da equipa de Grove, significou que tiveram de conservar o motor a partir da segunda volta da corrida.
As dificuldades com o motor afetaram significativamente o desempenho do carro da Williams e lançaram uma sombra sobre o potencial da equipa. Vowles sublinhou que o verdadeiro potencial do carro não foi devidamente refletido por estes problemas. O objetivo agora é resolver os problemas do motor e mostrar toda a performance do Williams nas próximas corridas.
“Foi invulgar”, disse Vowles. “Muitas vezes podemos ter problemas com a temperatura do motor, mas normalmente ocorrem um pouco mais tarde. Temos de perceber o que aconteceu, porque foi muito, muito dispendioso”. Por isso, o responsável da Williams esclareceu que “assim que o motor está demasiado quente, é desastroso para o desempenho, perde-se muita potência e deixa-se de poder ultrapassar ou seguir atrás dos outros carros. Ainda não viram do que somos capazes”.
Com todos os problemas que atingiram ambos os carros da Williams, assim como algumas questões com os volantes, e que prejudicaram o desempenho da equipa, James Vowles sublinhou que “a única sorte, e não devia pensar assim, é que os nossos adversários [diretos] também não somaram pontos”.
Foto: Simon Galloway










