O desempenho da Alpine no Grande Prémio do Barém refletiu as dificuldades enfrentadas desde os testes de pré-temporada até à corrida de sábado. Iniciando a corrida na parte de trás da grelha de partida, a Alpine enfrentou uma jornada difícil que não mostrou sinais de melhoria em relação aos dias anteriores. E houve uma questão em particular que dificultou ainda mais o desempenho dos franceses, que o chefe de equipa espera poder melhorar “o mais rapidamente possível”.
Admitindo que a equipa continua a “aprender” como tirar partido do novo A524, Bruno Famin diz que estão ansiosos “pela próxima oportunidade no fim de semana na Arábia Saudita”.
Deixando para trás a pista que serviu de palco dos testes e primeira corrida, Jidá é um “desafio completamente diferente do Barém”, esclareceu o responsável, acrescentando que “é um circuito citadino muito rápido, que tem uma boa fluidez e onde os pilotos precisam de ter total confiança no carro para atacar as curvas”. Mas o mais importante para a Alpine é que “a pista é menos sensível à tração do que o Barém. Isso é algo que temos de melhorar o mais rapidamente possível. Sei que a equipa está ansiosa pelo próximo desafio na Arábia Saudita e ver qual é a nossa posição neste tipo de pista”.
Também Esteban Ocon salientou que em Jidá, “a superfície da pista, combinada com os compostos dos pneus, resulta normalmente numa mais baixa degradação [dos pneus], o que significa que a corrida se torna mais numa sprint do que numa maratona. Isso, combinado com a alta velocidade da pista, o circuito de Jidá é um teste à preparação física que fizemos durante o inverno. Vai ser interessante ver como o A524 reage num traçado diferente e espero que nos corra melhor do que no Barém”.











