A F1 procura sempre melhorar a segurança. Esta é uma premissa inegociável para os responsáveis da FIA que este ano voltaram a introduzir novos elementos de segurança nos carros, com vista a melhorar a segurança nos impactos frontais e laterais.
Os novos monolugares terão um reforço nas laterais a fim de minimizar o impacto de outro carro nessa zona. O acidente de Anthoine Hubert e Juan Manuel Correa expôs a fragilidade dos monolugares num acidente daquele género e com isso a FIA trabalhou para minimizar os efeitos de uma colisão semelhante. Além do reforço nas laterais, o nariz dos carros foram também repensados. Teve de se encontrar um compromisso entre a resistência e a absorção do impacto (algo que acontece invariavelmente pela deformação dos componentes). Esse compromisso foi encontrado com uma absorção gradual.
“É necessário um bom equilíbrio de ambos. Isto é conseguido através de paredes de chassis mais espessas e de uma melhor proteção destas estruturas”, disse Nicholas Tombazis. Os novos carros serão cerca de duas vezes mais fortes nos lados do que os seus predecessores. Porque os carros serão mais fortes e pesados em 2022, terão de passar um teste de carga mais pesado.











