Foi “o” assunto da Sexta Feira do GP de França: os corretores amarelos colocados do lado de fora da pista e que danificaram, pelo menos, o Red Bull de Max Verstappen e o Mercedes de Valtteri Bottas. Ambas as equipas foram diligentes a comunicar ao diretor de corrida e pedir para retirar os corretores, já que os danos significavam perdas de milhares de libras.
Michael Masi disse que ia ver e, como demos conta no AutoSport, decidiu não os retirar para Sábado e Domingo. Porquê?
“Um dos corretores já estava colocado da última vez que aqui estivemos, em 2019. E, em segundo lugar, estavam a mais de dois metros da borda da pista, pelo que tinham de passar completamente fora da pista para entrar realmente em contacto com eles. Mas foram revistos na sexta-feira à noite, após a discussão no briefing de pilotos. Fui fisicamente vê-los na curva 2, para me certificar de que tudo estava correto. Mas mais importante, como já ouvimos em várias ocasiões, particularmente este ano, eles querem limites físicos e isto é, muito claramente, um limite físico.
“Tendo vindo de dois circuitos citadinos, em Baku e no Mónaco, é bastante claro que há limites físicos e foi o mesmo nesta circunstância. E, para ser justo, durante a corrida não houve qualquer problema”, explicou Masi depois da corrida de Domingo.
Desde o Bahrein que, recorrentemente, ouvimos queixas por causa dos limites de pista. Se esta solução é a melhor? Possivelmente não. Colocando à partida para um GP, que os limites de pista são para cumprir e que não haverá exceções, possivelmente, resultaria. Duvidamos que deixaríamos de ouvir queixas.









