A redução do apoio aerodinâmico em 10% e pneus mais duros fizeram-nos imaginar que veríamos tempos por volta muito mais altos do que vimos no ano passado, mas a estatística não o confirma.
A diferença de tempos em relação ao ano passado é mínima e as equipas já conseguiram recuperar grande parte do apoio aerodinâmico que perderam durante o inverno com as novas regulamentações, como explicou Mario Isola:
“A diferença em relação ao ano passado é muito, muito, muito pequena. Tentei fazer alguns cálculos sobre os tempos de volta em relação ao ano passado e é por isso que vos digo que, se considerarmos que provavelmente a pista não estava em perfeitas condições, mais a redução de downforce, e o nível de combustível, portanto, considerando os tempos de volta corrigidos, acredito que vamos ver uma diferença no desempenho reduzida em relação ao ano passado”.
“Creio que em comparação com o plano original de ter uma redução de downforce na ordem dos 10%, a situação actual é provavelmente uma redução na ordem dos quatro a cinco por cento. Em suma, as equipas já recuperaram efetivamente metade com os desenvolvimentos modificados do carro.”











