F1: Luca de Meo reuniu toda a ‘nação’ Alpine e exigiu mudança de atitude
Toda a estrutura da equipa de Fórmula 1 da Alpine reuniu-se em Enstone para ouvir a mensagem do próprio diretor executivo do grupo Renault, depois das mudanças na organização efetuadas no passado recente, que terá apelado à união de todos e ao fim do apontar do dedo entre os dois lados do Canal da Mancha, ou seja entre quem trabalha no chassis do monolugar em território britânico e a fábrica dedicada às unidades motrizes localizada em Viry-Châtillon.
Não foi uma reunião para ser comunicada de imediato ao grande público, mas os franceses do L’Equipe e os alemães do Motorsport-Total tomaram conhecimento desta e, segundo algumas das suas fontes, o discurso do responsável máximo da Renault, Luca de Meo, terá sido emotivo e uma chamada de atenção à navegação.
Todos os funcionários terão sido chamados, os que trabalham em Enstone presencialmente, os que trabalham em França por vídeo-chamada (assim como os que estavam de folga), mas os pilotos marcaram presença no Reino Unido.
O jornal francês avança que Luca de Meo terá dito a todos que, apesar da função interina de responsável da equipa de Formula 1, oficialmente reconhecida pela estrutura, Bruno Famin é o homem que manda e que passará a ser definitivamente o ‘comandante’ da equipa.
Além disso, o responsável terá salientado que não admitirá qualquer falta de comunicação entre as duas fábricas ou ao apontar a responsabilidade pelo mau momento.
Quanto às críticas passadas do ex-diretor executivo da Alpine, Laurent Rossi, o responsável máximo do grupo Renault terá dito que não gostou das críticas públicas à equipa e que a partir deste momento tudo tem de ser discutido internamente e não passado para o exterior.
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Pity
30 Setembro, 2023 at 15:06
E falaram do que se passou no Japão? 🙂
Nuno Fernandes
30 Setembro, 2023 at 22:36
Então e o comentário habitual de Madre Teresa??
Pity
30 Setembro, 2023 at 22:40
E se respeitasse as outras pessoas?
jo baue
30 Setembro, 2023 at 20:26
Curioso, e sintomático, o facto de os anglófonos e os francófonos da Alpine ( no total são 900 em Enstone e 300 em França) que estão presentes nos GP se sentarem separadamente na hospitality e ocuparem hotéis diferentes. Istou acabou, segundo De Meo, que declarou que a Guerra dos Cem Anos termina assim quase 6 séculos depois, o costume de as equipas de Viry, Enstone e a do paddock atirarem umas às outras as vulpas, é motor, é a,aerodinâmica, é a estratégia não será mais admitido ou tolerado, segundo ele.
Pity
30 Setembro, 2023 at 22:54
É verdade isso? Então temos uma possível justificação para as “brilhantes” exibições.
Também consta que Binotto já não entra. (Se é que estava mesmo para entrar)
jo baue
1 Outubro, 2023 at 9:49
Foi o que ele disse nesse discurso. E não teve pruridos. A Alpine tem que aligeirar os processos e ser mais rápida em tudo. Nos pit stops, na concepção de peças visto que demora o dobro do tempo das melhores equipas, e deu ainda o exemplo da galeria de vento que inadmissivelmente demora 2 anos a estar pronta quando nesse tempo conseguem construir uma fábrica que produz 75 mil veículos por ano. 2021 e 2022 foram 2 anos inúteis, felizmente já fizeram uma ‘ limpeza’.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Outubro, 2023 at 8:23
Uma equipa sem Rei nem Roque…
Falta-lhes um piloto líder que consiga puxar a equipa para a frente!
Cumprimentos
Leandro Marques
1 Outubro, 2023 at 10:37
Também falta. Mas o problema desta equipa é mais profundo que só a valia dos pilotos. Já é sistêmico.
Pity
1 Outubro, 2023 at 11:31
Já tiveram muito bons pilotos lá, mas os resultados foram sempre os mesmos, salvo 2005 e 2006.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
1 Outubro, 2023 at 21:09
Nos últimos dois anos acho que foram um bocadinho melhores…
Cumprimentos