Liam Lawson rejeitou as alegações de que a sua confiança foi afetada pela sua breve passagem pela Red Bull no início da temporada de 2025. Apesar de ter enfrentado dificuldades em pistas desconhecidas e ter sido dispensado num ápice, Lawson insiste que a sua mentalidade permaneceu inalterada e que as especulações sobre uma queda na sua confiança são falsas.
Ele reconheceu os maus resultados, mas salientou que precisava de mais tempo para se adaptar ao carro da Red Bull. Referiu a falta de testes adequados e os problemas no início da temporada como os principais contratempos. Desde que regressou à Racing Bulls, Lawson tem sido superado pelo seu companheiro de equipa novato Isack Hadjar, mas mantém a sua confiança consistente ao longo do ano.
“Mentalmente nada mudou para mim”
“Acho que uma coisa que devo deixar claro é que, entre as duas primeiras corridas, a mudança de equipa e a ida ao Japão, mentalmente nada mudou para mim” disse citado pela site da F1. “Tem havido muita especulação de que a minha confiança foi abalada e coisas do género, o que é completamente falso. Desde o início do ano, sinto-me igual ao que sempre me senti.”
“Acho que em duas corridas, em pistas onde nunca tinha estado, não é realmente suficiente para a minha confiança… talvez seis meses depois do início da temporada, se eu ainda estivesse nesse nível, se os resultados continuassem assim, então eu sentiria algo – talvez a minha confiança ficasse abalada”.
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— Liam Lawson (@LiamLawson30) February 17, 2025
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“Eu precisava de tempo, e não me deram”
“Eu estava bem ciente de que esses resultados não eram bons o suficiente, mas estava focado em melhorar, corrigir e aprender, basicamente. Estava com a mesma mentalidade que tenho desde que entrei na F1. Acho que isso foi o mais importante ao entrar numa equipa como essa, num carro como esse… ia demorar um pouco para me adaptar e aprender. Sem testes adequados, os problemas nos testes, os problemas em Melbourne durante os treinos… não foi fácil nem tranquilo. Eu precisava de tempo, e não me deram”.
“Não falei muito sobre isso, porque acho que, durante grande parte deste ano, ignorei tudo o que aconteceu e concentrei-me apenas em tentar conduzir o carro – mas sei que houve muita especulação sobre como me sentia. A minha confiança não mudou desde o início do ano até agora.”











