O ano passado, Lewis Hamilton e a equipa Mercedes-AMG Petronas F1 anunciaram o lançamento da Ignite, uma iniciativa caritativa conjunta com a missão de apoiar uma maior diversidade e inclusão no desporto automóvel.
Com base nas recomendações da ‘Comissão Hamilton’, e como parte da sua visão comum de desenvolvimento da indústria e da equipa para refletir a sociedade em geral, a Ignite propôs-se centrar o seu trabalho no aumento da canalização de talentos mais diversificados com o objetivo de entrar na indústria do desporto motorizado, e ‘ligar’ e inspirar entusiasmo pelo desporto motorizado através da ‘educação STEM’.
Na conferência de imprensa do GP da Grã-Bretanha, Lewis Hamilton falou um pouco mais da iniciativa: “Estou muito orgulhoso do trabalho que estamos a fazer como equipa. Basicamente, quando me sentei com o Toto há um ano disse que já não quero ser apenas um piloto da equipa, sinto que é importante que comecemos a olhar para o que estamos a fazer dentro, mas também fora do desporto.
E assim, parte do contrato foi o compromisso deles, e o meu compromisso financeiro de colocar na Ignite, e de trabalhar nesse sentido.
Com o trabalho que fiz com a Comissão Hamilton, trabalhamos para ver como podemos envolver mais raparigas jovens no nosso desporto. Por exemplo, uma das coisas em que estamos a trabalhar é ter 10 estudantes negros a receber bolsas de estudo para o desporto automóvel.
E não só que, uma vez formadas, tenham um papel, quer connosco na nossa equipa, mas também dentro do desporto. E penso que estamos apenas a viver numa época em que tem havido muitas pessoas que têm dito que nos apoiam ao longo destes últimos anos, mas muitas [são] apenas palavras que lhes saem da boca, e nós não estamos a fazer isso.
Na verdade, o que está em causa é a ação. Estamos a pôr o nosso dinheiro no que dizemos.
Por isso, sim, estou muito orgulhoso. Acho que precisamos de fazer com que toda a gente, naturalmente, faça alguma coisa, porque não o podemos fazer sozinhos”.













