O clima tenso regressou à Ferrari após os testes de pré-temporada e a primeira corrida do ano, levando a imprensa italiana a avançar com mais saídas da equipa depois da demissão de David Sanchez (pode ler mais AQUI), nomeadamente de Laurent Mekies, diretor desportivo da Scuderia, e Enrico Cardile, que assumiu o cargo de diretor técnico.
Acerca da equipa italiana sempre se especula muito e recordamos que antes dos testes de pré-temporada os rumores eram acerca do bom desempenho que a Ferrari tinha em simulação com o SF23.
Falando pela primeira vez à imprensa depois destes rumores terem sido avançados, Frédéric Vasseur colocou de lado qualquer possibilidade da saída de Mekies da estrutura (foi apontado à Alpine recentemente), afirmando que se trata de um elemento preponderante dentro da equipa.
“Penso que é bastante normal estar descontente quando não se obtém os resultados que se espera, e eu estou descontente”, explicou Vasseur ao Autosport britânico. “Mas o mais importante é trabalhar em grupo, trabalhar em equipa e tentar tirar o melhor partido disso e melhorar. Deixar a empresa é outra história. Se querem falar sobre Laurent [Mekies], não sei o que aconteceu no passado com Laurent, mas conheço-o há 25 anos, algo como isto, quando estava na escola. Confio nele, temos uma colaboração muito boa juntos e ele será um dos pilares do futuro da empresa”.
Sem querer prestar-se muito a explicações sobre a saída de Sanchez, Vasseur apenas quis desejar boa sorte ao elemento da equipa italiana, que poderá estar a caminho da McLaren assim que cumprir o período obrigatório de afastamento da disciplina. O responsável da Ferrari salientou que vão sair elementos da equipa, mas numa situação completamente normal, explicando que “é assim em cada uma das equipas de F1”. No entanto, não crê que “elementos-chave abandonem a equipa”.












