São decisões que decidem uma carreira. Kevin Magnussen esteve perto de assinar com a Red Bull para ser piloto da Toro Rosso em 2019, mas o piloto deu nega à equipa austríaca.
Na altura da saída de Daniel Ricciardo para a Renault e da promoção de Pierre Gasly para a Red Bull, ficou um lugar vago na Toro Rosso que acabou por ser ocupado por Alex Albon. Mas Kevin Magnussen foi durante algum tempo o candidato favorito mas não aceitou a proposta.
Quando falámos com eles, tornou-se rapidamente claro que tinham um candidato para o lugar da Red Bull (Pierre Gasly)”, disse Magnussen ao outlet dinamarquês B.T. “Mas eles mencionaram que haveria uma vaga para a Toro Rosso. Não foi uma questão de eles apresentarem um contrato, mas era claramente uma opção. Optamos por não prosseguir a oportunidade porque eu estava realmente satisfeito com a Haas e acreditava que poderíamos continuar o desenvolvimento positivo que tínhamos até 2018”, concluiu Magnussen.










Desculpem o meu comentário … mas que grande falta de bom senso, não aceitar um lugar na Toro Rosso, comparado com a Haas. Veja-se donde veio o Vettel, o Ricciardo, o Sainz e mais recentemente o Max … !!!
Nessa altura o Haas era bem melhor que a Toro Rosso, ou já se esqueceu que tinham monolugar para lutar pelo terceiro lugar dos construtores? (ao copiarem o Ferrari de 2017).
Mas a Toro Rosso sempre foi uma equipa bem mais consistente do que a Haas e sempre serviu de trampolim para a Red Bull, que foi o que sucedeu ao Vettel, Ricciardo e Max. O Sainz também usou a Toro Rosso com trampolim para equipas mais competitivas: Renault, McLaren e agora Ferrari.