F1: Jolyon Palmer sem explicações para as dificuldades que tem sentido
Jolyon Palmer diz que não tem explicações para as suas dificuldades para acompanhar o seu companheiro de equipa na Renault, Nico Hulkenberg, Recentemente Cyril Abitebul disse que o britânico tinha de elevar o seu nível se quisesse manter o seu lugar na equipa, surgindo rumores de que poderia ser substituído por Sergey Sirotkin ou mesmo por Robert Kubica.
“O que me coloca sob pressão não são eu ter boas boas performances. A única forma de parar os rumores é ter um bom desempenho em pista, e espero poder fazer isso”, afirma Palmer, que sobre as dificuldades que tem sentido com o Renault refere: “Não tenho explicação. Acho que não fiz nada de errado. Há apenas pequenas coisas que fazem a diferenças. Apenas tenho que fazer o melhor que possa – o que acontece do outro lado da garagem”.
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F1_4ever
14 Junho, 2017 at 18:20
Quando o talento não existe, é claro que não se tem explicações para ser lento.
Pity
14 Junho, 2017 at 18:50
Como diriam alguns comentaristas, falta o kit de unhas…
F1_4ever
14 Junho, 2017 at 19:21
Neste caso nem com uma “manicure especial” mandada fazer pelo influente papá dele o vai salvar de perder o lugar na Renault.
Iceman07
15 Junho, 2017 at 16:57
Eu ia dizer exactamente o mesmo: Não têm unhas para tocar a guitarra.
Que volte para o violino.
MVM
14 Junho, 2017 at 19:28
Eu não quero bater no ceguinho, mas o Jolyon Palmer nunca me convenceu. Desde a temporada de 2009 da então Fórmula 2 – uma invenção do pai Jonathan – que tem provado ser um piloto que só progrediu por causa do pai e da sua empresa MSV, proprietária de todos os circuitos ingleses menos Silverstone. O título da GP2, conseguido ao fim de quatro anos de insistência, deveu-se a ter estado na equipa que melhor preparava os carros, a ART. Ele certamente aplicou-se para ser campeão, mas não foi por ser um piloto excepcional que o conseguiu.
Um bom exemplo da sua falta completa de habilidade é o seguinte: eu assisti às Race Of Champions de 2014 e 2015, nas quais o Jolyon Palmer participou. Estas corridas incluem provas de perícia, em que os pilotos devem andar em drift à volta de pinos, contornar obstáculos e fazer slalom em espaços muito reduzidos. O Jolyon Palmer fez uma figura embaraçosa nessas provas: ele não sabe o que é controlar a deriva da traseira, não tem rapidez de reacção nem reflexos. Numa palavra: falta-lhe, pura e simplesmente, capacidade de controlar os carros que conduz. Tudo o que saia de manter o carro em trajectórias bem definidas é um problema para ele. Se tudo correr bem, é capaz de resultados decentes, embora não muito brilhantes; quando surgem dificuldades, descontrola-se e comete erros infantis.
Jaguar R3
14 Junho, 2017 at 22:18
Concordo, apesar de F1 e drift não ter absolutamente nada a ver. Drift é mais para rallys acho. De qualquer forma demonstra realmente que não é um predestinado.
MVM
14 Junho, 2017 at 23:21
Seria um predestinado se ainda houvesse o site f1rejects.com.
Quanto ao drift, informe-se melhor. Os F1 não têm tracção à frente nem integral; controlar a deriva do eixo traseiro é o segredo da condução do Hamilton, Vettel, Räikkönen e quase todos. Só um ou dois é que gostam da traseira agarradinha e de carros tendencialmente subviradores.
Por falar nisso, reparou como o Romain Grosjean controlou o carro depois de ser atingido pelo Sainz na primeira volta do GP do Canadá?
P1one
15 Junho, 2017 at 1:00
A F1 é para os melhores pilotos, para os mais talentosos e Palmer está longe de o ser… Ao pé de Esteban Ocon por exemplo, fica muitos “furos” abaixo.