F1: Para John Watson as opções para Fernando Alonso são limitadas

Por a 14 Junho 2017 15:40

Fernando Alonso regressou à McLaren em 2015, para outro regresso; o da Honda. Mas a ligação tem sido um ‘pesadelo’, tanto para o espanhol como para equipa britânica, que até ao momento apenas marcou um ponto. No recente Grande Prémio do Canadá Alonso voltou a abandonar com mais uma falha de motor, quando seguia na 10ª posição,

John Watson, que guiou para a McLaren entre 1979 e 1983, questiona que futuro estará reservado para Fernando Alonso na atual F1. E sobretudo se o espanhol deve esperar mais tempo até que a Honda tenha um motor fiável e perfomante. “Quanto mais paciente ele tem de ser? Mas o problema será; para onde ele irá? As opção disponíveis são tangíveis. A Renault é uma das equipas que pode ter lugar, mas disseram que precisam de um ou dois anos para ter um piloto com o talento de Fernando”, afirma o antigo piloto de F1.

“Têm de subir a parada, por isso talvez em 2019 estejam em posição de oferecer um lugar que um piloto do seu estatuto merece”, acrescenta Watson, que refere que ao perder um investimento da Honda a McLaren vai ter ainda de enfrentar a ‘dor de cabeça’ de pagar a Alonso um salário chorudo, que até agora era o dinheiro que não tinha de pagar pelos motores Honda.

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8 comentários

  1. Roberto Caruso

    14 Junho, 2017 at 17:22

    “…que até ao momento apenas marcou um ponto…”, até o momento a McLaren é a única equipe a não marcar ponto no campeonato de 2017.

  2. Speedway

    14 Junho, 2017 at 18:29

    O apogeu do Alonso foram os anos da Renault onde teve realmente o enormíssimo mérito de acabar com a carreira do Schumacher e da Ferrari. Atacou e destronou o até aí rei e contribuiu para que este se retirasse, cumprindo aquilo que tinha dito, que sairia quando alguém o derrotasse de forma concludente.
    Hoje o Alonso é um piloto veterano e muito desgastado por opções voluntária ou involuntariamente erradas. A carreira vitoriosa dele na F1 acabou, que ninguém tenha dúvidas disso. A Mclaren é também uma equipa a abater no actual panorama politico da F1, e como aqui sempre disse, mais ano menos ano vai acabar por ser vendida, é o que acredito.
    O campeonato Indy onde ele foi brilhantíssimo em Indianapolis,podendo perfeitamente ter ganho a prova se não tivesse a panne do motor, é um óptimo campeonato para o espanhol se instalar, na certeza de poder aí ganhar provas e títulos.
    Na F1 acredito que o tempo dele acabou, até porque as opções verdadeiramente competitivas são apenas 2: Mercedes e Ferrari.

  3. MVM

    14 Junho, 2017 at 23:08

    As opções não são limitadas. Qualquer equipa da IndyCar o contrataria de bom grado. Já na F1 é mais na base do “quem te conhecer que te compre”.

  4. João Pereira

    15 Junho, 2017 at 9:22

    Duvido que Alonso continue na Mclaren com motor cliente, pelo que a única possibilidade é a Renault querer aproveitar já a oportunidade.
    Fora da F1, creio que Alonso pode perfeitamente ir para a Indycar, que o receberá de braços abertos, e quem sabe seguir as pegadas de Mansell para um eventual regresso à F1, algo tardio, mas que lhe poderia dar alguma satisfação por mais uns 2 anos antes de já com mais de 40 anos fazer agulha ao WEC e Le Mans.
    Pendurar o capacete e as luvas, é algo que não vai acontecer. O homem gosta mesmo das corridas de alto nível, e ainda é tão veloz, consistente, e espantosamente combativo e motivado como nos seus melhores tempos, com a vantagem da maturidade e tranquilidade de espírito que tardou a chegar, mas chegou.

  5. asfalto

    15 Junho, 2017 at 14:30

    O caso do Alonso é um grande exemplo de como um grande piloto dando uns passos na direção errada não vai acabar com um palmares há altura das suas qualidades.

    • francisco de paula magalhães minhava

      16 Junho, 2017 at 17:36

      ” há altura ” O seu caso é um grande exemplo de como uma pessoa deveria voltar à escola para aprender a escrever português para depois vir aqui publicar suas opiniões .

      • asfalto

        17 Junho, 2017 at 9:26

        O seu caso é um grande exemplo de que neste país muita gente devia olhar para os seus próprios defeitos antes de apontar o dedo aos outros.

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