F1: Para John Watson as opções para Fernando Alonso são limitadas
Fernando Alonso regressou à McLaren em 2015, para outro regresso; o da Honda. Mas a ligação tem sido um ‘pesadelo’, tanto para o espanhol como para equipa britânica, que até ao momento apenas marcou um ponto. No recente Grande Prémio do Canadá Alonso voltou a abandonar com mais uma falha de motor, quando seguia na 10ª posição,
John Watson, que guiou para a McLaren entre 1979 e 1983, questiona que futuro estará reservado para Fernando Alonso na atual F1. E sobretudo se o espanhol deve esperar mais tempo até que a Honda tenha um motor fiável e perfomante. “Quanto mais paciente ele tem de ser? Mas o problema será; para onde ele irá? As opção disponíveis são tangíveis. A Renault é uma das equipas que pode ter lugar, mas disseram que precisam de um ou dois anos para ter um piloto com o talento de Fernando”, afirma o antigo piloto de F1.
“Têm de subir a parada, por isso talvez em 2019 estejam em posição de oferecer um lugar que um piloto do seu estatuto merece”, acrescenta Watson, que refere que ao perder um investimento da Honda a McLaren vai ter ainda de enfrentar a ‘dor de cabeça’ de pagar a Alonso um salário chorudo, que até agora era o dinheiro que não tinha de pagar pelos motores Honda.
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Roberto Caruso
14 Junho, 2017 at 17:22
“…que até ao momento apenas marcou um ponto…”, até o momento a McLaren é a única equipe a não marcar ponto no campeonato de 2017.
Speedway
14 Junho, 2017 at 18:29
O apogeu do Alonso foram os anos da Renault onde teve realmente o enormíssimo mérito de acabar com a carreira do Schumacher e da Ferrari. Atacou e destronou o até aí rei e contribuiu para que este se retirasse, cumprindo aquilo que tinha dito, que sairia quando alguém o derrotasse de forma concludente.
Hoje o Alonso é um piloto veterano e muito desgastado por opções voluntária ou involuntariamente erradas. A carreira vitoriosa dele na F1 acabou, que ninguém tenha dúvidas disso. A Mclaren é também uma equipa a abater no actual panorama politico da F1, e como aqui sempre disse, mais ano menos ano vai acabar por ser vendida, é o que acredito.
O campeonato Indy onde ele foi brilhantíssimo em Indianapolis,podendo perfeitamente ter ganho a prova se não tivesse a panne do motor, é um óptimo campeonato para o espanhol se instalar, na certeza de poder aí ganhar provas e títulos.
Na F1 acredito que o tempo dele acabou, até porque as opções verdadeiramente competitivas são apenas 2: Mercedes e Ferrari.
MVM
14 Junho, 2017 at 23:08
As opções não são limitadas. Qualquer equipa da IndyCar o contrataria de bom grado. Já na F1 é mais na base do “quem te conhecer que te compre”.
João Pereira
15 Junho, 2017 at 9:22
Duvido que Alonso continue na Mclaren com motor cliente, pelo que a única possibilidade é a Renault querer aproveitar já a oportunidade.
Fora da F1, creio que Alonso pode perfeitamente ir para a Indycar, que o receberá de braços abertos, e quem sabe seguir as pegadas de Mansell para um eventual regresso à F1, algo tardio, mas que lhe poderia dar alguma satisfação por mais uns 2 anos antes de já com mais de 40 anos fazer agulha ao WEC e Le Mans.
Pendurar o capacete e as luvas, é algo que não vai acontecer. O homem gosta mesmo das corridas de alto nível, e ainda é tão veloz, consistente, e espantosamente combativo e motivado como nos seus melhores tempos, com a vantagem da maturidade e tranquilidade de espírito que tardou a chegar, mas chegou.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
15 Junho, 2017 at 10:35
Muitíssimo bem escrito! Cumprimentos
asfalto
15 Junho, 2017 at 14:30
O caso do Alonso é um grande exemplo de como um grande piloto dando uns passos na direção errada não vai acabar com um palmares há altura das suas qualidades.
francisco de paula magalhães minhava
16 Junho, 2017 at 17:36
” há altura ” O seu caso é um grande exemplo de como uma pessoa deveria voltar à escola para aprender a escrever português para depois vir aqui publicar suas opiniões .
asfalto
17 Junho, 2017 at 9:26
O seu caso é um grande exemplo de que neste país muita gente devia olhar para os seus próprios defeitos antes de apontar o dedo aos outros.