Há muitos fãs da F1 que não gostam do DRS, por considerarem que tornam as lutas em pista demasiado artificiais. E este ano, a Red Bull deu argumentos a esses fãs criando um DRS muito eficiente, que deixa a concorrência para trás. Mas será que essa vantagem se pode esfumar em breve?
Segundo a Auto Motor und Sport, a F1 pondera permitir o uso d DRS apenas em corrida, significando que deixaria de ser usado em qualificação. A publicação não refere se esta mudança está a ser ponderada de forma imediata ou apenas a médio prazo. Mas a Red Bull é certamente a mais afetada com esta medida, pois o DRS é uma das armas mais fortes do seu arsenal. Segundo a AMuS, a vantagem da Red Bull em termos de velocidade de ponta em Spa foi considerável, com os seus pilotos a registarem 340,8km/h e 338,8km/h, respetivamente, com o DRS ativado, enquanto Hamilton passou pelo mesmo ponto a apenas 333km/h. Ora retirando esta vantagem a Red Bull perde argumentos em qualificação, mas tal não será o fim do mundo. Primeiro porque com o “super DRS” poderão ganhar posições com facilidade e a eficiência da aerodinâmica do RB19, mesmo sem DRS é considerável. Resta saber se esta notícia se confirma, o que a acontecer, “cheira” claramente a uma medida para tentar atrasar a Red Bull.











DRS – fora da F1; só serve para enganar ‘papalvo’ não considero qq ultrapassagem, qd esta é feita a mais de 50km/h sobre o ultrapassado; fico murcho (já me aconteceu desligar a transmissão) ………………………………..
Admito que retirem nas qualificações, mas, se não sair nas corridas, tem de ser usado nos treinos nos livres, para testar. Isso pode levar ao ridículo de os treinos livres serem mais rápidos que a qualificação.
Pensando bem, o DRS não faz sentido na qualificação. Talvez que os adeptos “Netflixianos” não saibam o porquê ou quando surgiu o DRS, mas eu digo-vos: Foi depois do Alonso ter passado “350” voltas atrás do Petrov, sem conseguir passá-lo, por muito que tentasse. Portanto, o DRS surgiu para facilitar as ultrapassagens. Ora na qualificação não há ultrapassagens, pelo que acho bem que retirem.
E se conseguirem arranjar maneira de dispensar o DRS na corrida, sem que tenhamos procissões, tanto melhor.
É impossível tirar o DRS das corridas dos actuais carros. Apenas carros (bastante) mais pequenos e ágeis poderiam dispensar DRS e permitir corridas interessantes.
Tirar DRS da qualificação. Qual a vantagem mesmo? Apenas pela circunstância de reduzir a vantagem da RedBull? Não me parece que se deva tomar uma decisão circunstancial ainda pra mais uma que pouco altera.
Na qualificação, é aquilo “nem ata, nem desata”, “nem aquece, nem arrefece”.
Na corrida, concordo, com estes carros não há hipóteses, pelo que eu disse “se arranjarem maneira…”
Visto que a RedBull consegue tirar um pouco mais do DRS não é bem assim.
E será que tira mesmo, ou isso será um mito? Ainda que seja verdade, não acredito que percam poles, se não tiverem DRS.
Também sou contra o DRS.
Mas tirar apenas em quali não faz sentido, serve apenas e só tentar “travar” a RedBull.
Só é essa a justificação.
Ou tiram completamente ou não faz sentido.
Pois era isso a que me referia no comentário anterior.
Acho que as diferenças de velocidade entre os carros sem DRS continuarão as mesmas, apenas a velocidade será um pouco mais baixa.
Red Bull à frente por ter o melhor carro.
Não há e nunca houve razão para o DRS ser utilizado nas qualificações, a não ser bater os tempos dos F2004, nos velhos tempos que se respeitavam os limites de pista com as 4 rodas dentro da pista, não apenas alguns cm de 1 das rodas.
…já se estava á espera de qualquer coisa parecida, não sendo portanto grande novidade.
Imagine-se o que se teria ganho em emoção se se tivesse a mesma atitude nos tempos dos oito campeonatos.