Há muitos fãs da F1 que não gostam do DRS, por considerarem que tornam as lutas em pista demasiado artificiais. E este ano, a Red Bull deu argumentos a esses fãs criando um DRS muito eficiente, que deixa a concorrência para trás. Mas será que essa vantagem se pode esfumar em breve?
Segundo a Auto Motor und Sport, a F1 pondera permitir o uso d DRS apenas em corrida, significando que deixaria de ser usado em qualificação. A publicação não refere se esta mudança está a ser ponderada de forma imediata ou apenas a médio prazo. Mas a Red Bull é certamente a mais afetada com esta medida, pois o DRS é uma das armas mais fortes do seu arsenal. Segundo a AMuS, a vantagem da Red Bull em termos de velocidade de ponta em Spa foi considerável, com os seus pilotos a registarem 340,8km/h e 338,8km/h, respetivamente, com o DRS ativado, enquanto Hamilton passou pelo mesmo ponto a apenas 333km/h. Ora retirando esta vantagem a Red Bull perde argumentos em qualificação, mas tal não será o fim do mundo. Primeiro porque com o “super DRS” poderão ganhar posições com facilidade e a eficiência da aerodinâmica do RB19, mesmo sem DRS é considerável. Resta saber se esta notícia se confirma, o que a acontecer, “cheira” claramente a uma medida para tentar atrasar a Red Bull.










