O Diretor Técnico para o Motor, Remi Taffin, mostrou-se agradado com a prestação do novo motor da Renault, que até aqui tem ‘devolvido’ sinais positivos: “Hoje [ontem] começámos atrasados, mas mesmo assim ainda conseguimos concluir o trabalho de afinação no chassis que tínhamos programado. Para além disso, conseguimos reunir dados da unidade motriz e dar ao Jolyon (Palmer) uma oportunidade de avaliar bem o R.S.17. Estamos felizes pela forma como o monolugar rodou nestas 50 voltas. Tudo o que vimos da unidade motriz tem sido positivo, e estamos ansiosos para obter ainda mais quilometragem nos próximos dias. Temos uma boa quantidade de dados a partir de hoje e muito trabalho para fazer durante a noite”.
No segundo dia de testes em Barcelona foi Jolyon Palmer quem esteve a testar o R.S.17. Apesar de Palmer só ter rodado da parte da tarde, as evoluções no carro e no motor fizeram-se sentir. E o piloto britânico, reforçou a ideia: “Gostei muito de pilotar o R.S.17. O apoio aerodinâmico é uma grande mudança e completamente diferente do ano passado. É preciso um pouco de tempos para nos habituarmos, mas na verdade é muito melhor pilotar agora. Para hoje [ontem] tivemos uma tarde produtiva com 53 voltas. É uma pena não ter rodado de manhã, mas aprendemos muito, e pretendemos ter um dia mais completo amanhã [hoje]”.
Para hoje, tivemos Jolyon Palmer de manhã, ficando o monolugar entregue a Nico Hülkenberg para a tarde e apesar duma saída de pista, sem grandes consequências na fase inicial da sessão, o piloto inglês colocou o seu Renault no terceiro lugar da tabela de tempos, registando 1m21.396s, a apenas dois décimos do Red Bull de Daniel Ricciardo, que foi segundo.
Rodrigo Fernandes








