Esteban Ocon sente-se pressionado mas admite que as portas para um futuro risonho na Fórmula 1 poderão abrir-se se conseguir fazer um bom trabalho ao serviço da Force India. O piloto francês está ansioso por demonstrar com a sua nova equipa tudo aquilo que aprendeu no ano de estreia na F1 ao serviço da Manor e afirma que “já não sou um estreante”.
Em entrevista à F1i, Ocon afirmou que “a maior surpresa foi a dificuldade em afinar o carro com o engenheiro, mas descobri que ganho muito mais tempo se garantir que o carro está bom em vez de no que eu posso fazer. Quando estava nas fórmulas de promoção preocupava-me muito mais em ter que andar mais depressa, mas aqui isso não é o mais importante”.
Sobre a sua passagem para a Force India, o piloto francês reconhece que teve sorte pois “se não tivesse feito o teste com eles, se calhar nem tinham pensado em mim, mas depois de o fazer percebi que eles queriam ficar comigo. Mas isto também me pressiona mais, porque eles esperam que eu chegue lá e faça logo um bom trabalho. Por isso tenho que trabalhar muito mais”.
Com um contrato de dois anos, Ocon tem algum tempo de adaptação, mas admite que quer “começar logo a aprender, para fazer um bom trabalho e conseguir bater o meu colega de equipa, que é muito forte e vai-me permitir ter uma boa comparação. Em dois anos, muita coisa pode acontecer, veja-se o que se passou comigo nos últimos seis meses”.










