Marcus Ericsson raramente tem sido considerado um piloto impressionante mesmo antes de chegar à Fórmula 1, mas houve uma evolução notória no seu estilo de condução no final desta época, que permitiu ao piloto sueco da Sauber bater o seu colega Felipe Nasr mais vezes, tanto em qualificação como em corrida.
Ericsson bateu Nasr 12-7 na qualificação e 9-4 nas corridas onde ambos terminaram, e embora Nasr tenha sido o único a marcar pontos para a Sauber, Ericsson reconhece que “comecei a trabalhar melhor nos fins de semana. Passei a preocupar-me mais com a qualificação e em encontrar um ponto de referência para a minha velocidade. Se tiver uma traseira estável à entrada das curvas, tenho a confiança para chegar a uma boa velocidade de saída, e antes eu não percebia isso. São detalhes pequenos que fazem a diferença”.
Para reduzir o stress em cada fim de semana, o piloto sueco admitiu que ficou menos preocupado com os resultados dos treinos livres porque “não é importante. O que é interessa é o sábado à tarde e o domingo, opr isso não preciso de ficar frustrado, basta continuar a trabalhar para encontrar uma solução, e quando chego à qulificação já estou no andamento ideal ou lá perto”.










