A Williams Fórmula 1 tem desde a passada semana novos donos, a Dorilton Capital, que comprou a equipa britânica de F1 por 152 milhões de euros. Não é a primeira vez que uma empresa do estilo compra uma equipa de F1, todos se lembram da Genii Capital e da Lotus, mas neste caso da Williams surgiram recentemente alguns detalhes que em bom português deixam “a pulga atrás da orelha”.
Os problemas da Williams já surgiram há muito tempo e Sir Frank Williams sempre se recusou a largar mão do controlo da equipa e a possibilidade já sucedeu anteriormente.
Percebe-se que a pandemia que atravessamos pode ter sido a gota de água que levou a este desfecho, a venda à Dorilton, mas muitos observadores estranham que uma empresa que nunca teve nada a ver, sequer, com algo que tivesse motores pelo meio de repente se interessasse na F1. OK, negócios são negócios e o dinheiro tem todo a mesma cor, mas…
Portanto, muitos questionaram-se: quem está por detrás do dinheiro que agora entra na Williams?
E se for Bernie Ecclestone? A Dorilton é uma empresa de gestão de capital LLC com sede em Manhattan, Nova Iorque, e a compra das ações da Williams foi feita através de uma subsidiária chamada BCE Limited, uma empresa britânica. Quase nada se sabe relativamente a quem é a BCE Limited, a não ser que é suportada por uma “família rica”. Há quem diga que essa família tem a ver com James Matthews, um ex-piloto de F3 que se tornou empresário, que é casado com Pippa Middleton, irmã da Duquesa de Cambridge, agora Catherine Windsor, antes Kate Middleton.
Mas há quem fale noutra possibilidade. BCE, pode significar as iniciais de um ‘tal’ Bernard Charles Ecclestone. Alguém se iria admirar? Há muito se sabia que Bernie Ecclestone se disponibilizou para ajudar o seu velho amigo Sir Frank Williams. Se for verdade, é mais um exemplo da enorme paixão de Bernie Ecclestone pela ‘sua’ F1. E também prova que não esquece os amigos…











