F1, Christian Horner: “Decorações vão ser as maiores diferenças entre os carros”

Por a 7 Agosto 2021 16:08

Os novos carros para 2022 não deverão ser muito diferentes, com as novas regras a levarem as equipas a modelos com soluções muito semelhantes. Christian Horner admitiu que as maiores diferenças serão as decorações:

“Acho que teremos variantes muito ligeiras de um tema comum”, disse Horner , citado pela Crash.net. “Os regulamentos são tão restritivos agora que a variação entre os carros será mínima e as diferenças estarão sem dúvida sob a pele do carro, o que é uma pena que estejamos a enveredar por um caminho em que a forma é tão limitada. Será a pintura o maior diferenciador entre os carros. Eles têm uma espécie de aparência retrógrada, faz-me lembrar um IndyCar dos anos 90. Parece muito fixe, mas é uma espécie de retro”.

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8 comentários

  1. João Pires Antunes

    7 Agosto, 2021 at 16:43

    Completamente de acordo com o Christian Horner. Qualquer tornam a F1 num troféu monomarca, o que será sem dúvida trágico. Não imagino um Ferrari ser igual a um Aston Martin ou Williams.
    Existe um historial na Fórmula 1 e nas marcas mais representativas que não deveria ser desvirtuado. Na América tanto faz, dado que competem maioritariamente equipas e não marcas. Acrescido que o carro tem mesmo um ar retro de IndyCar dos anos 90.
    Poderá ser saudável para as corridas, menos salutar para a F1 enquanto entidade e identidade.

    • 831AB0

      7 Agosto, 2021 at 21:31

      E eu estou completamente de acordo consigo. Acrescento que, com regras assim, nunca mais vamos ver golpes de génio como o Lotus 79, o McLaren MP4/1 ou o Ferrari 640.

  2. Frenando_Afondo™

    7 Agosto, 2021 at 22:06

    O que vale é que agora o motor Honda é tão bom ou melhor que o motor Mercedes, ou já teríamos a 14ª ou 15ª ameaça de abandono da F1 esta época.

  3. pedropadua69gmail-com

    7 Agosto, 2021 at 22:55

    Vá lá… decidam-se!

    Seguramente, 90% (se não mais!) andaram em prantos desde p’raí 2017 lamuriando que a F1 virou Fórmula Mercedes, sem graça, com o Zé do Brinco a bater recordes atrás de recordes…

    E até o Hornet aí em cima blasfemava a plenos pulmões, e agora que já percebeu que tem um dos melhores (se não o melhor) bólide, já tá a choramingar outra vez? Raisparta tal feitio para os lados dos R (abugentos)… B (em) R (abugentos)!!!

    Então o Maximiliano não é o melhor de todos? Mau… querem ver que já não confiam assim tanto no puto rebelde?

    Que 2022 chegue logo, para ver quais serão as próximas desculpas…

    Mas se o Zé do Brinco continuar a faturar… ui… ui… acho que mais de metade dos pilotos de sofá vão cancelar suas inscrições para opinar contra, principalmente, o Zé do Brinco!

    😎

    • [email protected]

      8 Agosto, 2021 at 10:36

      Este tipo de comentário alegórico é que é bem retrógrado. Uma maledicência misturada com um pretenso humor que os velhinhos do Restelo intelectulizados costumavam aplicar nas tertúlias. Já não tem graça nenhuma tanta elaboração para repisar um tema completamente estafado. Bom domínio

  4. Nuz18t

    8 Agosto, 2021 at 0:10

    Em causa estao os bólides a f1 e a sua essencia, mais visao e menos clubismo please…

    • 831AB0

      8 Agosto, 2021 at 9:35

      Pois. Estes bandidos da Red Bull nunca têm razão. Se o Horner ou o H. Marko disserem que está um lindo dia de sol, alguém há-de replicar que a emissão de raios ultravioletas causa melanomas, e que deviam ter mais respeito por causa dos incêndios na Grécia, etc.

    • pedropadua69gmail-com

      8 Agosto, 2021 at 9:45

      Ora, precisamente para evitar clubismos, ou melhor, fanatismos, é que estas novas regras são bem vindas e, ao contrário do que se possa pensar, são a evolução dos tempos, apesar de o bólide ter aquele aspecto nostálgico.

      A Liberty foi ao encontro do que os verdadeiros apreciadores querem, ou seja, equivaler o máximo possível as equipas sem aquela cena da Indy em que há dois motores e um chassis para todos.

      Aliás, acho que foi um desafio tecnológico deveras interessante este a que se propuseram, agora vamos ver se funcionam no asfalto!

      Ou haverá melhor espetáculo que o Russo chanfrado ou o Tony gadelhudo, entre muitos outros, começarem a disputar a vitória?

      Se tiverem braço, acho fantástico, portanto, nada mais será de que a evolução dos tempos!

      Pela essência, ainda não haveria VAR naquele que é o desporto mais badalado do mundo.

      Se calhar a essência não coabita com o espetáculo, e por vezes será injusta com quem tem talento, e como o que eu quero é espectáculo, que venha 2022!

      Mas claro, respeito a opinião de cada um.

      🤔

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