A Aston Martin quer tornar-se uma das maiores estruturas da F1. Com a compra da equipa por parte do consórcio liderado por Lawrence Stroll as mudanças são já muitas e ainda devem acontecer outras.
A Force India foi uma equipa que nos habitou a fazer muito com poucos recursos. Com mais dinheiro nos bolsos, a renomeada Aston Martin contratou um antigo campeão, e dos mais bem pagos da grelha, tem uma relação mais estreita com a estrutura fornecedora, a Mercedes e quer agora aumentar o número de funcionários, procurando ativamente novos elementos.
“Acrescentámos significativamente a quantidade de pessoas que temos desde que éramos Força India, – afirmou Otmar Szafnauer, ontem em conferência de imprensa. A nova fábrica está no bom caminho, já começámos a construir, e é um grande, grande programa para recrutar ainda mais. Estamos agora com cerca de 535 pessoas e chegaremos a cerca de 800, ou seja qual for o número certo, abaixo do limite teto orçamental e estamos a trabalhar estrategicamente nisso agora e a tentar recrutar indivíduos com as mesmas intenções que querem vir trabalhar para a Aston Martin Racing e competirem ao mais alto nível. O processo de recrutamento está a correr bem.”
A confirmar-se as palavras de Szafnauer, a Aston Martin pode tornar-se uma das maiores estruturas no atual pelotão da F1. Não significa obrigatoriamente que aumente a qualidade do seu trabalho, mas dá uma indicação clara que querem mais do que lutar pelas posições do meio da tabela.











