O interesse na F1 mantem-se elevado e vários países mostram vontade em receber o Grande Circo. A África do Sul mantém a confiança de que irá receber a competição e a Argentina mostra vontade de entrar no calendário.
O Ministro do Desporto, Arte e Cultura da África do Sul, Gayton McKenzie, confirmou que a Fórmula 1 vai “definitivamente” regressar ao país, embora o local – Cidade do Cabo ou Joanesburgo – ainda não tenha sido decidido. A Fórmula 1 não visita a África do Sul desde a corrida de 1993 no circuito de Kyalami. Embora as conversações para um Grande Prémio no Ruanda tenham ganho força para 2024, McKenzie continua determinado em trazer a F1 de volta à África do Sul. O diretor-executivo da F1, Stefano Domenicali, manifestou interesse em levar a F1 ao continente africano, sublinhando a importância do continente para a natureza global do campeonato. No entanto, ainda não foi finalizado qualquer acordo oficial para a África do Sul.
Outro país que mostra vontade ingressar na agenda da F1 é a Argentina, aproveitando a boleia de Franco Colapinto. Ministro do Desporto da Argentina, Daniel Scioli, anunciou recentemente a disponibilidade do país para trazer de volta a Fórmula 1, apoiado pela melhoria das condições económicas e pela impressionante estreia de Franco Colapinto. Scioli tem uma reunião agendada com a Liberty Media, proprietária da F1, e com a FIA durante o GP do Brasil para discutir esta possibilidade. Ele destacou os investimentos privados, a modernização do autódromo de Buenos Aires e o apoio do governo da cidade como fatores-chave para o projeto. Embora o sucesso de Colapinto tenha aumentado o entusiasmo, Scioli enfatizou que os planos da Argentina para a F1 vão além do piloto.








