Muitos se questionam se este mudança de regras na F1, muito centrada na aerodinâmica, será suficiente para que a Red Bull se possa aproximar da Mercedes, mesmo que a Renault ainda não disponibilize uma unidade motriz ao nível da dos homens de Brackley. Adrian Newey, projetista aerodinâmico da Red Bull, explica bem o ‘problema’: “Sem a menor margem de dúvida o motor continua a levar primazia face à aerodinâmica. Neste momento estamos numa situação em que um por centro a mais de potência no motor significa um décimo de ganho em pista, e um por cento a mais na aerodinâmica, significa o mesmo um por cento de ganho em pista. Portanto, estamos numa posição em que se alguém conseguir cinco por centro a mais no motor será preciso encontrar cinco por cento na aerodinâmica, para obter o mesmo tempo por volta. Estamos a tentar, mas não sabemos. Sabemos o que já conseguimos durante o inverno, mas não temos ideia se é melhor ou pior do que os nossos adversários”, disse Newey.











Mas isso é igual para todos… No passado a RB tinha 20% mais eficiência na aerodinâmica e limpava tudo, agora é outra equipa, porque conseguiu construir o melhor motor.
A única maneira de igualar é fazer todos com o mesmo motor e o mesmo chassi, mas isso não é Formula 1, é gipitu.