Uma proposta para trazer de volta os sistemas de suspensão activa controlados por computador em 2021 foi rejeitada porque poderia vir a trazer um efeito negativo nas corridas.
A suspensão activa permitiu às equipas optimizar a configuração da altura do carro e outras variáveis. Foi vista pela última vez na Fórmula 1 em 1993, sendo em 1994 banida.
Nos últimos anos, as equipas têm procurado recriar alguns dos benefícios da suspensão activa utilizando sistemas hidráulicos passivos. Estes serão mais restritos em 2021, mas o diretor técnico de monolugares da FIA, Nikolas Tomazis, confirmou que tinha sido investigada esta hipótese:
“A suspensão ativa foi avaliada porque em comparação com a suspensão hidráulica é mais simples e mais barata.”
“Mas sentimos que se as equipas fossem capazes de desenvolver carros numa situação muito específica e optimizada o resultado não seria benéfico para as corridas. Por isso é que rejeitámos a suspensão ativa.”










