Davide Brivio é um homem que está habituado ao sucesso nas duas rodas, mas terá agora de repetir esses feitos na F1, um desafio que considera difícil mas que era um sonho.
O italiano estará ao leme da equipa Alpine (juntamente com Marcin Budkowski) que este ano está claramente a lançar os alicerces para 2022. Com a mudança na estrutura diretiva, e com uma aposta não muito pronunciada no carro deste ano, parece claro que as fichas estão todas em 2022. No entanto Brivio terá de se adaptar rapidamente e mostrar serviço, numa equipa que no ano passado voltou aos pódios e que pretende pelo menos manter o nível:
“Não foi fácil deixar a minha equipa anterior, num ambiente que conheço muito bem”, disse Brivio. “Mas a F1 tem sido um sonho meu durante muito tempo e é excitante começar algo novo. Tenho muito que aprender e compreender, mas para mim isso é adrenalina e oxigénio. Teria lamentado se não arriscasse. Vou precisar de tempo, mas estou totalmente empenhado”.
“Neste momento, penso que é mais difícil passar do MotoGP para a F1 do que o contrário”, disse ele. “A organização aqui é maior e mais complexa, com muito mais pessoas. Isso não é bom para mim, mas vamos ver. Também tenho visto muitas das semelhanças”.









