“O Peter Warr era um homem de grandes capacidades e com um caráter que desfrutou da vida ao máximo e deu muito mais do que aquilo que retirou. Ele era uma figura de destaque na Fórmula 1 nos anos 70 e 80 e ajudou imensos grandes pilotos a cumprirem os seus sonhos. Na equipa Lotus, ele não só dirigiu a equipa, os patrocinadores e os pilotos, como também, e talvez mais importante, o meu pai; ele desempenhou um papel fundamental na perceção do potencial da sua engenharia brilhante”, começou por afirmar Clive Chapman.
“Após a morte do meu pai, em 1982, ele tomou a liderança do Team Lotus e levou-a de volta ao lote dos vitoriosos com o Ayrton Senna ao volante; um feito fantástico tendo em conta as circunstâncias difíceis”, acrescenta, garantindo que Warr “será lembrado profundamente por muita gente que ele conheceu ao longo da sua vida excitante, ao longo da qual conseguiu tantas coisas”.









