Segundo Pat Symonds, director técnico da Renault, a equipa francesa ainda não conseguiu retirar a melhor performance dos pneus Bridgestone numa única volta, e, no pólo oposto, estes funcionam perfeitamente em grandes sucessões de voltas.
Com a alteração dos regulamentos, que prevê a existência de um único fornecedor de pneus a partir de 2008, já que a Michelin abandonou a competição e todas as equipas anteriormente ‘calçadas’ pelos franceses, tiveram obrigatoriamente que passar a utilizar Bridgestone, isso obrigou, naturalmente, a uma readaptação.
Os problemas que a Renault tem sentido ao longo das sessões de teste, levaram a que a equipa francesa não tenha conseguido acompanhar o andamento da McLaren e da Ferrari, que até aqui, não sentiram problemas relevantes com os novos compostos.
“Em Novembro definimos que o nosso objectivo era aprender tudo até Melbourne. Ainda não chegámos lá, mas também ainda temos um longo caminho a percorrer. Já somos rápidos quando os pneus começam a deteriorar-se, mas ainda não conseguimos tirar partido dos pneus novos. Mas isto faz parte de um processo de aprendizagem e estamos em permanente contacto com os responsáveis da Bridgestone de forma a encontramos uma solução” finalizou Symonds.









